...morro de fome pelo fim-de-semana...
...hoje estou preguiçosa sim, a aproveitar a chuva a cair lá fora, ainda mais porque soube há pouco mais de uma hora que afinal hoje não tenho que ir trabalhar. Estes dois meses de trabalho estúpido e de gripes e infecções deixaram marcas... e como diz o pai de uma amiga minha, com quem ontem estive, depois de andar há 2 meses a prometer que ia brincar um bocadito com o filhote, "se o corpo te pede descanso é porque o forçaste demais durante muito tempo". Nada mais verdadeiro. Já tenho na agenda marcado para breve mais um final de tarde para brincar com super-heróis e fazer a casa do Noddy com mais Legos!!!
Mas também estou a pensar na minha vida, no que tenho de bom, nas pessoas que se esforçam por me fazer sorrir (e me dão na cabeça também quando preciso) e como tenho que viver um pouco mais em vez de simplesmente sobreviver (ao fazer zapping na tv fui confrontada com algumas situações de vida bem difícil: a perda de autonomia por causa de problemas motores provocados por doença, como a ELA,, ou acidentes de viação... e recordou-me a minha história e as vezes em que eu e a senhora da foice já nos avistámos, algumas vezes até nos cumprimentámos... mas ainda não era a minha vez!!!)... tomamos coisas simples, como andar, falar e ter a vida sem grandes limitações e tomamos as pessoas por garantidas e por vezes as coisas mudam tão de repente...
Esta semana falei com uma amiga. Já não falávamos há tempo. Vivemos a 250 kms de distância. Reaproximámo-nos numa altura complicada da vida dela,, depois de nos termos afastado por coisas estúpidas. A amizade quando é autêntica não se quebra. Perguntei-lhe pela mãe, que já tinha uns 85 anos e tinha uma doença neurodegenerativa e por quem eu tinha um grande carinho. Caiu-me tudo quando soube que a mãe tinha falecido há um ano atrás. Como é possível não ter sabido? Como é possível não ter dado conta? Que estupidez de vida levo eu? Cada vez mais percebo que não é isto que quero para mim. A vida é muito mais...
Mas também estou a pensar na minha vida, no que tenho de bom, nas pessoas que se esforçam por me fazer sorrir (e me dão na cabeça também quando preciso) e como tenho que viver um pouco mais em vez de simplesmente sobreviver (ao fazer zapping na tv fui confrontada com algumas situações de vida bem difícil: a perda de autonomia por causa de problemas motores provocados por doença, como a ELA,, ou acidentes de viação... e recordou-me a minha história e as vezes em que eu e a senhora da foice já nos avistámos, algumas vezes até nos cumprimentámos... mas ainda não era a minha vez!!!)... tomamos coisas simples, como andar, falar e ter a vida sem grandes limitações e tomamos as pessoas por garantidas e por vezes as coisas mudam tão de repente...
Esta semana falei com uma amiga. Já não falávamos há tempo. Vivemos a 250 kms de distância. Reaproximámo-nos numa altura complicada da vida dela,, depois de nos termos afastado por coisas estúpidas. A amizade quando é autêntica não se quebra. Perguntei-lhe pela mãe, que já tinha uns 85 anos e tinha uma doença neurodegenerativa e por quem eu tinha um grande carinho. Caiu-me tudo quando soube que a mãe tinha falecido há um ano atrás. Como é possível não ter sabido? Como é possível não ter dado conta? Que estupidez de vida levo eu? Cada vez mais percebo que não é isto que quero para mim. A vida é muito mais...





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