...não me leve a mal: não te quero mal, simplesmente... não te quero mais...
...e é isto: há pessoas que passam pelas nossas vidas como um autêntico furacão e nos fazem sentir algo novo e fantástico. Normalmente essa paixão avassaladora não dura mais que meses. Depois ou se desfaz ou evolui para um estado mais calmo, em que o sentimento de "novidade" constante vai dando lugar a uma paz, um companheirismo e a uma necessidade de simplesmente estar... estar juntos, em vez de estar juntos PARA ir jantar fora, ver espectáculos, viajar...
Na maioria dos casos, a coisa fica pela primeira etapa. Passar à 2a fase é difícil: precisamos de conhecer a pessoa, não apenas as virtudes que conhecíamos na 1a etapa e que nos faziam sentir fantásticos, mas especialmente os defeitos e saber lidar com tudo isso na rotina do dia-a-dia. Essa é a pior parte. Lidarmos com a rotina. É a rotina que mata a paixão avassaladora. Por algum motivo, todas as grandes histórias de amor terminam de forma trágica e nunca tiveram que passar pela rotina diária.
Às vezes, torna-se complicado perceber o motivo porque as histórias aparentemente tão maravilhosas terminam tão abruptamente. A resposta é simples. A novidade esgotou-se. Enfrentar os problemas diários não é nada atractivo. Por isso o melhor é partir para outra história, para outra pessoa. E ficar apenas enquanto as coisas boas superarem grandemente as coisas menos boas.
Saber que nos enganámos tanto é complicado de aceitar para qualquer pessoa. Obviamente, a reacção mais ou menos abrupta depende da racionalidade ou emotividade de cada um (o chamado QE). E isto é o que acontece com quem ficou agarrado a essa paixão. E a fase do luto dói. Especialmente para quem não gosta de arrastar outros para os seus problemas emocionais, como uma solução precária para os seus problemas. Acho que isso ainda se chama respeito...
Tenho-me referido a uma situação nos últimos tempos - o facto de algumas pessoas do meu passado, que saíram da minha vida, tentarem perceber o que se passa deste lado cuscando de forma obsessiva este cantinho.
Tiveram a opção de ficar. A alguns foi dada a opção de ficar como amigos (outros, nem qualidade para isso possuíam). Saíram. Neste momento, na minha vida (há muito) que deixou de haver lugar para pessoas assim. E o que se passa efectivamente na minha vida está reservado para as pessoas que tendo a opção de ter saído, decidiram ficar. Esses sabem como se forma o puzzle. Por aqui há peças dispersas... apenas algumas peças...
Não me levem a mal. Não vos quero mal algum - foram importantes em algum momento, uns mais outros menos, mas se sou o que sou foi porque passei por esses momentos bons e maus... apenas não tenho mais tempo nem vontade de vos ter na minha vida. Simplesmente... não vos quero mais... nunca mais... (duvido que desistam de cuscar obsessivamente... mas isso diz muito do carácter e do motivo que me fez sentir que não merece a pena nem o esforço...)
Tiveram a opção de ficar. A alguns foi dada a opção de ficar como amigos (outros, nem qualidade para isso possuíam). Saíram. Neste momento, na minha vida (há muito) que deixou de haver lugar para pessoas assim. E o que se passa efectivamente na minha vida está reservado para as pessoas que tendo a opção de ter saído, decidiram ficar. Esses sabem como se forma o puzzle. Por aqui há peças dispersas... apenas algumas peças...
Não me levem a mal. Não vos quero mal algum - foram importantes em algum momento, uns mais outros menos, mas se sou o que sou foi porque passei por esses momentos bons e maus... apenas não tenho mais tempo nem vontade de vos ter na minha vida. Simplesmente... não vos quero mais... nunca mais... (duvido que desistam de cuscar obsessivamente... mas isso diz muito do carácter e do motivo que me fez sentir que não merece a pena nem o esforço...)





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