Mostrar mensagens com a etiqueta Fernando Ribeiro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fernando Ribeiro. Mostrar todas as mensagens

10 outubro 2009

...como carta que rasgas sem ler: RASGA O PASSADO!!!!...




...depois de "O Grito" e "O Medo", este é o tema de eleição... hoje cantei o tema todinho, melhor que o Paulo Praça e a Sónia Tavares... ("e Deu-me esta voz a mim!!!!")

...o Coliseu do Porto em pé em 8 ou 9 temas... de facto, foi muito bom... o único senão foi que os temas foram ilumidados basicamente com 2 cores: rosa ("O Medo" e "O Grito") e verde ("Formiga Bossa Nova" do Nandinho a verde... muito bom!!!)... ou um mix das 2 cores... porque será, perguntam?????????? um doce a quem souber... :-))))

02 outubro 2009

...não posso esquecer que já é tarde de mais p'ra te querer...se afinal recordar é sofrer, rasga o passado...




...ou, o tema original...











Tu fizeste
do meu viver um sonho agreste
e a minha mocidade
p'la tua maldade
em troca eu te dei

Querias mais,
mais que o corpo e a alma,
mais que a paz e a calma
que em ti nunca encontrei.

Dia a dia,
em vez do amor, a nostalgia,
que ao fim de tantos anos
queres mais desenganos
de novo ao meu lado.

Não posso esquecer
que já é tarde de mais p'ra te querer.
Como carta que rasgas sem ler,
Rasga o passado.

O passado não deve nunca ser guardado,
quer em cada momento
se viva um lamento
ou um sorriso fugaz,

pois mais tarde,
numa carta esquecida,
encontramos a vida
que já ficou p'ra trás.

É diferente
o sol feito de luz ardente,
do mesmo sol poente
que arrasta consigo
um dia acabado.

Já basta saber
Que há em nós a saudade a doer.
Se afinal recordar é sofrer,
Rasga o passado



...apesar de não ser perfeito, foi muito bom o concerto no CAE... e para além do Grito e do Medo, adorei este tema que desconhecia... e acabou em bom com a "cegonha"...

25 junho 2009

...do que já fui, tenho sede!...ai, como dói a solidão, quase loucura!...





Silêncio!
Do silêncio faço um grito,
Que o corpo todo me dói.
Deixai-me chorar um pouco...

Sombra, à sombra,
A um céu, tão recolhido
De sombra assombrada
Já lhe perdi o sentido.

Ó céu!
É que me falta luz,
É que me falta uma estrela.
Chora-se mais,
Quando se vive atrás dela.

E eu,
A quem o céu esqueceu,
Sou eu que o mundo perdeu.
Só choro agora
Por quem morre e já não chora.


Solidão!
Que nem mesmo és sendeira,
Há sempre uma companheira:
Uma profunda amargura.

Ai, solidão!
Que me fora escorpião!
Ai, solidão!
E se mordera a cabeça!

Deus!
Já fui pra além da vida!
Do que já fui, tenho sede!
Sou sombra triste
Encostada a uma parede.

Adeus!
Vida que tanto duras!
Vem morte,
Que tanto tardas!
Ai, como dói
A solidão, quase loucura!



(...o showcase há pouco foi simplesmente fabuloso... acho que durante anos me vou lembrar do filho fabuloso da Dulce Pontes que toca oboé desde os 2 anos de idade... há gente estranha... pior que eu...........................)

09 maio 2009

...foi de noite e nunca mais se fez dia...

...eu nem gostava muito da voz de Amália (possivelmente, porque a conheci já numa época descendente), mas gosto muito deste cd que reune músicos de outras origens musicais bem diferentes...